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Fórum do E-zine Imprimir E-mail
Por Administrator   

Um espaço para aprender e ensinar sobre pesca esportiva, conhecer novos amigos e marcar pescarias! São 78839 Mensagens em 7139 Tópicos por 1989 Membros. Assuntos organziados em sub-fóruns! Participe conosco, do mais antigo fórum de pesca  esportiva da região sul brasileira e do melhor fórum de cutelaria do país. O cadastro é fácil e rápido! Pesque e Solte!

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Todo barco deve ter um nome Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Todo barco deve ter um nome. Acho que li em Barbosa Lessa que segundo os nativos de nossa terra as coisas teriam que ter um nome para existir. Recentemente, antes que chegasse meu caiaque, fiquei pensando em um nome. Que trouxesse sorte. Os marujos dizem que o nome já traz o destino de um barco. E nome não se troca, dá azar. Passaram uns dias e me ocorreu o nome para meu caiaque amarelo. Joker. Para dar mais sorte ainda, bolei um brasão também, uma coroa de coringa, com borlas e guizos. Logo, vi que para um pescador silencioso, o caiaque é o que são as assas para um pássaro, a própria liberdade: poder acessar o inacessível.

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A Noite das Tormentas Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Sobre as horas que se seguiram Hackbart noticiou: “Não há na memória histórica do estado... uma noite de tantas e devastadoras tempestades... Em poucas horas diversos tornados tocaram terra em uma dezena de cidades gaúchas. O resultado foi catastrófico...”
Acredito que a angustia daquele homem, naquele momento, fazia-o pensar em como estavam as coisas lá fora. Galhos voando, batendo contra os vidros do veículo.

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As iscas do Magrão Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Como surgiram as iscas artificiais ninguém é capaz de afirmar com segurança. Muitas lendas cercam esta origem incerta. Certa vez li sobre alguém que creditava aos índios brasileiros esta descoberta, que teria sido ensinada aos colonizadores europeus. Possível mas improvável. Vai saber? O certo é que se não fosse um pescador finlandês de cabelo branco, traço longilíneo e muito magro, poucos pescariam com iscas artificiais hoje. Lauri Rapala, esse cara revolucionou a forma ocidental de se pescar os peixes esportivos. O ano era 1936 e com uma faca para couros de sapateiro e um taco de madeira balsa nas mãos, ele começou a esculpir a primeira isca artificial. Reza a lenda que utilizou folha de estanho, que servia de invólucro para as barras de chocolate, para dar brilho e imitar as escamas e película de negativos fotográficos como matriz para o selador.

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Kayak Fishing Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Há 4 mil anos atrás, os povos que habitavam o Círculo Polar Ártico inventaram uma embarcação leve e ágil construída com as peles de mamíferos, esticadas e costuradas, sobre uma estrutura de ossos e madeiras, com impermeabilização de gordura de baleia. A embarcação era ideal para a caça porque era furtiva, permitindo uma aproximação silenciosa. O “bote do caçador”, ou “qajaq”, na línguda dos inuítes, traduzido para o inglês ficou “Kayak” que ao traduzir ao português fica caiaque. A inovação silenciosa que deixou o caçador ártico mais eficiente, quatro milênios depois, vem deixar o pescador esportivo mais ágil e competente, pois se vale do conceito da aproximação furtiva, para chegar mais invisível e silenciosamente aos peixes.

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Z-popper, a mosca perfeita Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Geralmente as moscas nascem da observação da natureza associada às pesquisas de campo e ao aperfeiçoamento na morsa. Mas algumas podem ser aperfeiçoadas ao extremo máximo da eficiência, tornado-as infalíveis. Este é o caso de um “popper”, que tornou-se extremamente técnico e sofisticado e conseguiu atingir a perfeição.

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As trutas Selvagens Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Calor nos Campos de Cima da Serra. Na mente um refrão do Alemão Ronaldo: "dias de sol e sem perigo...". Um lagarto sai correndo. O vapor se ergue das poças de água da estradinha de pedras. A Toyota pára à sombra e continua sacudindo uns instantes, como querendo se acalmar. O mundo parado. Nem uma brisa nem um ventinho, para abanar a fumaça do cachimbo, que subia reto como uma linha de pandorga para encontrar os urubus voando em círculos, contra um céu sem nuvens, a grande altitude, acima de nossas cabeças, esperando por nossas carcaças, que secariam e cairiam desidratadas.

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A hora de voltar Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

A poeira branca, como o talco, me distraia com as pegadas impressas, de homens, coisas e animais, algumas rápidas, outras arrastadas, formavam desenhos que contavam histórias. Outras não diziam nada. Algumas pessoas se arrastam pela estrada da vida. Chegara a uma ponte. Uma ponte velha de madeira esburacada e alta. Tábuas grossas e firmes. A encruzilhada com o rio Caunahue.

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Nanobaits ou nanomoscas... Imprimir E-mail
Por GUstavo De Marchi   

Imagine a cena: ao abrir a caixa de iscas artificiais, tu chamas pelo nome e tua isca elegida atende, sai de um canto escuro caminhando como um caranguejo e se apresenta para o serviço. Uma isca-robô que pode procurar os lugares mais escuros, as tocas, a sombra nas estruturas, fugir de peixes menores e se deixa atacar apenas pelos grandes predadores carnívoros, além, ela consegue desviar de obstáculos para não ficar presa.

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Dourado Natalino Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

O Dourado reúne todas as qualidades que busca um pescador esportivo. Idolatrado por sua esportividade, é um predador por excelência com um alto nível de agressão e combatividade, grande beleza e tamanho monstruoso, de quebra, apresenta um nível de inteligência superior aos demais peixes. Um animal emblemático na pesca e exclusivo da América do Sul. Existem apenas quatro espécies no gênero Salminus ssp., entre eles a tabarana, o Dourado do São Francisco e o Salminus maxillosus, o nosso alvo por excelência.

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Levei quatro tipos de medo! Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Os dourados ferviam na inóspita baia de Itasiri. Em vários pontos podíamos vê-los pular. A correnteza forte carregava muita comida para dentro do redemoinho colossal. E, seguidamente, um dourado pulava dando bocadas na superfície, bem a minha frente. Provavelmente atacando os sávalos, que se perdiam nos dentes afiados do rei do rio.

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Não às Redes Imprimir E-mail
Por Iotti   

 
Diga não às redes! Imprimir E-mail
Por Iotti   

 
O Jaca-Jazz e o acampamento perfeito Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Sentados na plateia de duas cadeiras, de costas para a sala de projeção, olhando a imensa tela multidimensional, acompanhávamos o buquê que procedia da taça de vinho e começava a se desdobrar complexamente. O projetor era uma fogueira e por tela tínhamos a noite, que se estendia além das árvores, além da ilha, além do rio e além das estrelas, em todas as direções, até uma lonjura sem fim.

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Isla Baibiene Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Salvo das feras! E Feliz por administrar uma dose de líquido de arrefecimento direto na goela do radiador, acompanhava a paisagem exuberante passar rapidamente, com o vento aplacando o mormaço infernal daquela mesopotâmia sul-americana. A proa da lancha apontava para o acampamento que deixamos abandonado naquele ermo tranquilo. Claro, sem imaginar que uma manada havia passado em tropel por lá.

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Bass on the storm Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Freqüentemente recebo intercambistas ou peregrinos vindos de muitos lugares, para conhecerem a pesca em nossa comarca turística. Rapidamente, organizo uma “Expedição de Pesca” para uma fazenda particular que possua farta pesca e acesso restrito. Invariavelmente, os visitantes ficam impressionados com a qualidade de nossa pesca esportiva e o charme de viver em meio a um “faroeste climático”, enfrentando muito frio e umidade, às vezes com um toque de sol, como uma flambada de conhaque em um sorvete.

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A veneza selvagem Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Um pantanal. Um labirinto aquático de canais dinâmicos, que se movem ao sabor dos ventos e do afluxo de água, obstruídos ou liberados pelos camalotes, uma vegetação boiadeira típica daquele ambiente. Olhando o horizonte, vêem-se algumas poucas ilhas com árvores, mas no geral o cenário lembra um grande campo verde infinito. Um campo flutuante. Mas visto de cima, deve lembrar uma Veneza verde, selvagem. A Veneza Selvagem. Os milhares de canais variam de dimensões, alguns largos com até 10 m de largura, outros com apenas 1 m, com uma profundidade de até 6 m. Águas limpas e corredeiras. Estamos nos “Esteros del Isoró”, ao Sul de Goya, na província de Corrientes, Argentina. O local é uma reserva biológica, onde a pesca com iscas artificiais ou moscas e o pesque e solte são práticas obrigatórias e bem fiscalizadas por um guarda fauna linha dura.

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Encerramento do Campeonato Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

A AGAPIA é a responsável pela organização do Campeonato Gaúcho com Iscas Artificiais que teve seu encerramento sábado passado, 14 de novembro de 2009, com um jantar, em Caxias do Sul, que anualmente é a grande festa da pesca. E para lá rumamos em caravana com nossa pequena, porém eficiente, equipe de pesca.

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Albardão Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Tenho fascínio por faróis e estávamos acantonados ao lado do maior. O farol do Albardão. Nossa base era dentro de um contêiner que havíamos confiscado de um exército de centenas de sapos, após epopeica batalha. Poucos metros nos separavam da enorme coluna pintada de branco com losangos pretos, ou vice versa, encimada por um capitel: o mais alto farol da costa atlântica brasileira e o mais antigo do estado. Em realidade, este ano comemorou-se sua fundação em 03 de maio de 1909, quando era, originalmente, uma torre de aço. Atualmente, em alvenaria, com 44 metros de altura é uma bela construção de 1949.

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Bass on the storm II Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

 

A Região das Hortênsias, além das flores azuis trazidas por Oscar Knorr possui o Black Bass, que igualmente convida muitas pessoas a desfrutarem de nosso clima e paisagem inigualáveis.
Freqüentemente recebo intercambistas ou peregrinos vindos de muitos lugares, para conhecerem a pesca em nossa comarca turística. Rapidamente, organizo uma “Expedição de Pesca” para uma fazenda particular que possua farta pesca e acesso restrito. Invariavelmente, os visitantes ficam impressionados com a qualidade de nossa pesca esportiva e o charme de viver em meio a um “faroeste climático”, enfrentando muito frio e umidade, às vezes com um toque de sol, como uma flambada de conhaque em um sorvete.
O Eduardo do site Fly Fishing Brasil veio de longe. Equipado para pescar. Em seguida o Igor, parceiro de muitas aventuras haliêuticas, aparece para nos acompanhar. Nem vimos o tempo feio.
Uma ventania nos acolheu de braços abertos. As árvores deitavam sob o jugo do vento, galhos quebravam e o aramado do potreiro assoviava uma melodia melancólica, sombria talvez.

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Trout on the storm Imprimir E-mail
Por Iotti   

Se você pudesse escolher, onde estaria quando passasse um temporal? Na do dia 2 de dezembro eu estava no meio do rio Silveira em São José dos Ausentes. Foi diferente, divertido e – por instantes- assustador. Vamos aos fatos:
A manhã do dia 2 surgiu esplendorosa. Céu de brigadiano, como se diz na Vila Seca. Dia especial para pescar, como se existisse um dia que não é especial. Abasteci a Nuvem Branca, carreguei com a equipagem essencial e parti para mais uma aventura ausentina. Ausente do trabalho, da rotina e do celular. YES!

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O Guardião do Spinner Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

O Spinner é uma das primeiras iscas artificiais a serem desenvolvidas. Seu funcionamento tem como objetivo imitar insetos, crustáceos ou pequenos peixes nadando, fugindo ou morrendo. Tem por caraterística ser composto por uma única colher, ou lâmina, giratória, sobre um eixo com um anzol ou garateia na parte posterior, causando muita vibração e emitindo reflexos muito atrativos aos peixes predadores carnívoros. Possui cores e modelos variados, com rabo de pelos de esquilo, veado ou lobo, ou ainda penas ou trailer de silicone. Existem inúmeros modelos com lâminas e pesos diferentes que atingem diferentes profundidades e que giram a velocidades diferentes.
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Trade Show Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

 

Estivemos participando do Pesca e Companhia Trade Show 2009, durante esta última semana. Trata-se do maior salão de pesca do Brasil, dirigido aos lojistas e com olhos às novidades. Foram três dias de intensas negociações. Ocorreu em São Paulo, no centro de eventos Frei Caneca e contou com 50 stands de expositores, representando centenas de marcas, e mais de 3500 visitantes, durante três dias, nos quais fechamos um grande volume de negócios. O panorama da feira mostrou que o mercado está embasado na pesca com iscas artificiais e no turismo de pesca, mas as fábricas investem em modernidades no esporte em todas as modalidades, do surfcasting ao flyfishing, dando ferramentas de alta qualidade aos pescadores brasileiros.

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Prova I Ano Loja de Pesca Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Era um sábado, dia 24 de outubro e somente poderiam ser utilizadas iscas artificias, em qualquer modalidade. Cada competidor poderia medir cinco dos peixes que capturasse. Trocar de box era permitido, desde que se mantivesse a distância regulamentar de 5 metros. Todos os peixes marcados deveriam ser soltos em condições de sobrevivência. Essas eram as principais regras da  I Prova Loja de Pesca - Ninho da Coruja, comemorando o primeiro ano de loja neste excelente espaço que o Rudimar Gross proporcionou para a pesca esportiva gaúcha.

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Patagonia Argentina - Fishing on Budget Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

“Navegar é preciso, viver não é preciso”. Disse Pompeu, lembrou Fernando Pessoa e exaltou Ulysses Guimarães. Uma frase curiosa, de duplo sentido, pode significar, por exemplo, “Navegar é exato, calculado, viver é incerto”. Precisão. Desbravar, aventurar, pescar... viajar é preciso. Exige muita organização e premeditação. Planos. Uma viagem bem orquestrada funciona como um relógio suíço. O profeta Júlio Verne, em “A volta ao mundo em oitenta dias”, preconizava o cálculo para o sucesso de uma viagem. Como viajar bem e barato? Com método. Tanto mais, caso o objetivo da viagem for um safári de pesca.

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Pescando com os lobos Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Fomos ao Uruguai esta semana. Bem de encontro ao temporal, do jeito que os “pandorgas” gostam. Caímos na estrada e tocou o telefone. Era o Armando, um amigo uruguaio, de longa data, grande pescador de competição, radicado no Brasil. Pedi-lhe umas dicas para pescar em sua terra natal. Perguntei o que pegaríamos desta vez. Respondeu, meio sem jeito, que estávamos na entressafra.

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O Voo da Mosca! Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

WWW.OVOODAMOSCA.COM

 
Patagônia Argentina – La Boca del Chimehuin Imprimir E-mail
Por Gustvo De Marchi   

Pescar onde os mestres se consagraram, resume este lugar mágico. Geograficamente se compreende por Boca del Chimehuin a extensão de 500 m de ambas margens do Lago Huechulafquen até a Garganta del Diablo. E se divide em dois tramos: a) Boca arriba,desde o lago até a ponte; e  b) Boca abajo, da ponte à Garganta del Diablo.

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Hit the Road Jack - Pescando com as baleias Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Puerto Pirámides. Península Valdés. Um dos mais belos lugares do mundo. Lá os camarões são gigantes, os cozinheiros generosos, os restaurantes pequenos, as noites geladíssimas e os dias torrencialmente insuportáveis. Era novembro, começava a esquentar um pouco no sul do mundo e após ler Jack Kerouac por meses a fio, coloquei o pé na estrada de novo: Hit the Road Jack!

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Sangue e Ventania Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

O sangue ao sol assumia a cor de um Carmenèrè, é um quase marrom, mas muito mais denso. Círculos de sangue pingando no chão branco. E aquele sol implacável contrastando tudo sem piedade, revelando que o temível acidente, enfim aconteceu. Não ouvi um grito, um aí, um gemido, nada. Tudo parou. Senti um golpe agudo na cabeça. O silêncio e o sangue no chão.

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EL Dorado Loco Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Em Paso de la Patria, há uma série de carros antigos abandonados sobre uma barranca, entre eles se vê um antigo Ford modelo A, um exótico carro do Batman e um furgão de leiteiro dos anos 40, todos enferrujados e patinados pelo tempo. Ao fundo, um ônibus escolar americano domina o cenário. Me conta o guia Emílio que esta frota fantasma pertencia a um circo que acampara por ali,

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Equipe Loja de Pesca Imprimir E-mail
Por Jornal de Canela   

A equipe LOJA DE PESCA de Canela se destacou na 2ª Etapa da Categoria Desembarcada do Campeonato Gaúcho de Pesca com Iscas Artificiais 2009 – AGAPIA, realizada 26 de abril em Bom Jesus, na Fazenda Gralha Azul. A prova foi de extrema dificuldade, tratando-se de um lago onde sempre se conseguia belos resultados pela sua piscosidade e quantidade de peixes. Apenas 4 participantes conseguiram completar a cota de 7 peixes, onde o tamanho foi bastante reduzido, com a média de 24,5cm e um total de 163 peixes apresentados para a medição. Mesmo com toda a dificuldade a prova foi de alto nível, exigindo a utilização de todas as técnicas disponíveis para conseguir pontuar nessa etapa. Na equipe canelense participou Vicente Fritsch, Tiago Closs De Marchi e Gustavo Closs De Marchi, que obteve a maior peça da prova, muito acima da média, um Black Bass de 44,7 cm, trazendo para Canela o troféu de Maior Peixe! (Jornal de Canela)

 
Tirando a Prova Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Tá nervoso vá pescar! Quem inventou este dito popular nunca assistiu um campeonato de pesca. É um evento muito dinâmico, que nada tem a ver com a paciência que transmite o estereótipo da pesca. Movimentos rápidos, correria, atrapalhações, nervosismo e constantes trocas de iscas agitam o cenário. Vê-se a energia nos pescadores que tentam criar a maior cobertura de área possível com suas iscas, lançando mais longe ou trabalhando em diversas alturas da coluna de água...
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A Miraguaia Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   



Na casa de um amigo me deparei com uma foto que me impressionou. Na imagem estavam retratados meu amigo Beto Costa e um peixe descomunal, a Miraguaia. Imediatamente lembrei quando briguei com um desses monstros marinhos. A pescaria da miraguaia no litoral do Rio Grande do Sul é empreendida basicamente em naufrágios, nos cascos soçobrados. O litoral sul gaúcho é um grande cemitério de navios, com diversos encalhados ou naufragados perto da praia. Desde pequeno as histórias destes barcos me fascinaram, até por conhecer muitos deles. Nestes “ferros” as miraguaias buscam mexilhões, siris e caranguejos.
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Dourados para Baylar y Zapatear Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   



Os estagiários de meu mano, certa feita, foram buscar um colega para acampar, mas o camarada embarcou sem nada e lhe perguntaram pela sua bagagem, ao que o outro respondeu misterioso: estou levando o baralho!
Não tenho tanta sorte e dessa vez pensei nos detalhes. Nosso acampamento, sem uma gota de modéstia, estava suntuoso. Soberbo. Olhando parecia que estávamos em um organizadíssimo safári e não em uma praia deserta, sob as únicas árvores que encontramos naquele tramo do rio Paraná, em Bela Vista, província de Corrientes, na Argentina.

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Happy Hour com Lambari Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   




Entardecia quente em Canela. E a turma veio chegando pro mate na calçada. Sentados na avenida logo surgiu a ideia de uma pesca de lambaris, enquanto discutíamos a violência dos ataques desses pequenos monstros aquáticos.
A graça é a briga, a chuleada! E não tem outro como o lambari para ludibriar o pescador. Este pequeno predador que ataca tudo que surja em seu caminho é o responsável pela iniciação de muitos pescadores. Necessidade curricular no curso preparatório da pesca.

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Joaninha: Let’s go! Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Daqui a pouco liga o Radicci de volta, da rádio, ao vivo. Me pega com o pé no estribo. E começando bem, diz ele: “Me conta das novidades, o jeep tá na oficina de novo? Ah, ta! E tà no Nando? Ah! No Coquinho... No mínimo tu foi empurrando até lá... Tá Bene!“ E veio o convite-intimação: “Non tem choro, amanhã tu me aspeta! Vomo pescá!” Só que “amanhã” eu não poderia. Explica!!!

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A pegada na areia Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Estávamos acampados havia dias. Nosso acampamento era praticamente cigano, tinha de tudo. Bem pertinho do rio, no único refúgio vegetal em quilômetros. Era realmente muito bem bolado. A casa de um zíngaro! Lampiões nas árvores iluminavam o trajeto entre a área social e a área das barracas. Tínhamos mesa, cadeiras, geladeira, as barracas em local alto e drenado e por fim, o mais importante, a parilla. A churrasqueira crioula é para o gaúcho um luxo importante. A nossa era apenas uma grelha mal apoiada sobre toras. Mas uma grelha de um metro de largura por outro e tanto de comprimento e melhor: inox! Um exagero.
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Tucunaré dos Pampas Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   


Os pequenos riachos que se formam na Serra Geral gaúcha podem nos guardar grandes surpresas. Rios de montanha. Entre as pedras roladas de basalto, nos poços e corredeiras podemos encontrar uma das mais esportivas espécies nativas de nosso Estado, a famosa joaninha. No final da década de 90, meio sem querer, em uma pescaria no rio Caí, descobri que as joaninhas pegavam nas iscas artificiais. Era primavera, fazia frio e sol. Pescávamos em um lugar que possuía uma grande corredeira após um poço fundo, um dos ambientes favoritos dos peixes predadores carnívoros.
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Final Apoteótico Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Voltei a pouco de uma semana no Uruguai em mais uma aventura com o amigo Iotti. “Os Pandorgas” estavam à solta novamente! Desta feita buscávamos as corvinas, burriquetes e miraguaias, peixes enormes! Forramos a camionete com tudo que era necessário e nos mandamos em um domingo de tarde. Onze horas depois, chegamos com sede de vinho e montamos nosso acampamento em nosso QG de Punta del Este. Amanhecemos com um lauto café da manhã preparado por nossos anfitriões, com gajetitas, manteiga e iguarias de fiambreria da Banda Oriental.
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Fly fishing, a Pesca com Mosca Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Certa feita Lee Wulff, quando lhe pediam para explicar a sensação de pescar com moscas, ele respondeu: "Poderia você me descrever o sabor de uma maçã? Isto seria impossível, mas a solução seria experimentá-la".

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Patagonia Chilena - O desafio nos Andes Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Cada dia tinha um turno de 12 ou mais horas de pesca. Havíamos feito duas grandes flotadas pelo rio Calcurrupe e atravessado a fronteira com a Argentina pescando e procurando rios com condições favoráveis. No entanto o degelo estava muito acentuado naquele verão.

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For Mountain – II Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Comemos o churrasco como café da manhã, temperado a sal e pimenta e fomos dormir. Precisávamos recobrar as energias, pois a empreitada era arriscada: a missão era pescarmos uma truta, em pleno verão gaúcho.

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For Mountain – I Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

O Iotti me liga, de manhã cedo e diz assim: primeiro ouve o plano, tu vais buscar a chave nova das porteiras, eu vou comprar a carne e o vinho...
Anoiteceu, eu estava com o jeep carregado e com a chave no bolso, propus pro Iotti de jantarmos juntos e depois sairmos naquela noite mesmo, para ganharmos tempo.

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Chimehuin Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Existe sempre um contraste entre frio e calor no verão andino. Uma luta silenciosa, onde o território do gelo, no inverno, é dominado pelo verão do sol, mas quando a noite cai, o frio, que se reorganiza em grupos de guerrilha, invade novamente o território aquecido.

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Patagônia Argentina - Aluminé médio Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Havia muita estrada pela frente ainda e o dia estava só começando, lindo e azul! Seguimos viajando e pescando em ótimos pools, cruzando pontes, desfiladeiros, paisagens únicas andinas, observando o cambiar de vegetação (os “sauces” tomando a margem, repletos de gusanos), os sítios arqueológicos, a pintura rupestre, a terra dos dinossauros. Cruzamos a cidade de Aluminé, acompanhados por um condor andino, passamos por guanacos, lebres e cervos até nosso destino. E depois de um baita dia de pesca, lavrei no Diário de Bordo da expedição: “12.II.2008 1:00h am, Junin de los Andes! Assando “ojos” de paleta de cordero em ervas de provence, enquanto preparo um arroz, puxando no azeite de oliva a cebola e o bacon. O vinho é um malbec, fantástico. Acampamos na margem direta do Chimehuin! Montamos “a casa”! Vamos ficar.”

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Callando a la Bombonera!! Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Após sairmos de nossa base, onde fomos apanhados pelo amigo Tulio, em sua lancha, fomos alertados sobre a atividade de dourados na margem, junto a uma chata encalhada. Paramos e nosso guia segurava o barco no motor contra a correnteza forte do rio Paraná. Dourados a vista, a uns 40 metros, na superestrutura de metal enferrujado (um belo contraste com o azul do céu e o branco das areias).

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Patagonia Argentina – A chegada nos Andes! Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Em Zapala, novas mudanças de rumo: Villa Pehuenia, “só” uns 150 km em estrada de “ripio”, quase nada para quem estava a três dias na estrada. Havíamos cruzado o Uruguai e boa parte da Argentina, dormido no deserto, com sede, calor e frio, mas rumo às trutas patagônicas dos Andes. Expedição, que durou um mês, onde participamos eu e a Fani Gobbi à bordo do Gary Caracol, um prodigioso celta!

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Um encontro com o desconhecido Imprimir E-mail
Por Gustavo De Marchi   

Por David Jones!  Essa foi uma aventura que tangeu os limites com o desconhecido. Não aquele que chamamos de fulano... Estou chegando agora de São José dos Ausentes, “terra de bravos”, onde eu e o Iotti protagonizamos mais uma intrépida pescaria-incêndio, em um acampamento muito legal, numa noite gelada de lua cheia.

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S.O.S Peixes Imprimir E-mail
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Por Iotti   
 
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By D-zone